Existem varias dúvidas sobre o assunto artes. E como isso se manifesta no mundo. E por que é diferente. Com manifestações atraves das dramatizações. Faz com que o mundo seja mais sensivel e menos aspero. Muito bem, acompanhem!
Arte no Fim do Mundo | Para que serve um artista | Adriano Muniz
Olá, Adriano aqui! E ai, pessoal! Hoje é um pensamento que me passou. E de algumas frases que me marcaram e marcou, deixo aqui um devaneio e espero que vocês reflitam. Um grande abraço na planta do seu pé! E não esqueçam o e-mail é: artnofimdomundo@gmail.com . O Instagram: @artenofimdomundo
24 May 2021
Arte no fim do Mundo | Estudio do Fim do Mundo | Franscisco Goya - Saturno Devorando um Filho
Oi, Adriano aqui! Hoje no quadro "Studio no fim do mundo" temos uma análise sobre produções visuais e para dar início as atividades, uma pintura que revela todos os desconfortos da vida humana: envelhecer! E junto deste passar de tempo a sabedoria, a vivência, alegrias e o isolamento em si geraram uma pororoca; a vazante que o Francisco Goya (1746-1828) apresentou neste, e em outros quadros, o isolamento da idade, o isolamento intelectual, social e a vida o fez surdo quando velho. Gerando assim a melancolia tão difundida por ele. Aqui como sugestão deixo o link para o texto da Maria Noemi de Araújo(http://www.opcaolacaniana.com.br/nranterior/numero3/texto10.html) e Francisco Fianco (http://periodicos.unespar.edu.br/index.php/sensorium/article/view/1880) que são mais precisas em suas expertises sobre o estado melancólico. E de praxe o "i-meiu" do programa: artnofimdomundo@gmail.com e agora tem o perfil no Instagram: @artenofimdomundo . Faça seu desenho ou pintura e marque o podcast que eu terei o maior prazer de bisbilho... pera... acompanhar sua produção. Um aperto de pé no seu suvaco e até depois!
10 May 2021
Arte no Fim do Mundo | Arte é Violência | Adriano Muniz
Por hoje é só isso: Bora pensar pessoal! Dói um pouco, mas depois passa. Qualquer coisa mande um email para: artnofimdomundo@gmail.com Beijinhos - de Luca, Camilla (2021)
6 May 2021
Arte no fim do Mundo | Vários fins da arte e vida | Adriano Muniz
Texto desenvolvido por esta criatura que escreve (Adriano), discutindo a fragilidade da existência e que arte pode e, quem sabe, deve acabar.
3 May 2021
Arte no Fim do Mundo | Arte e política | Adriano Muniz
Adriano iké. Fala gente! Hoje um textinho para vocês. Texto feito no dia de hoje 03/05/2021. Um breve critica à varios elementos sociais. Fica a sugestão: mande sua mensagem para artnofimdomundo@gmail.com. Sejamos artistas no fim do mundo juntas, juntos! Este episodio apareceu primeiramente em Arte no Fim do Mundo.
22 Apr 2021
Arte no Fim do Mundo | E esse tal de Barroco?! | Adriano Muniz
Adriano aqui de novo. Errei no epidosio né? Bem, mas tanto faz. Hoje falar dessa dona Barroca que tanto é presente na nosssa vida. Ver que dela tem um monte de coisa que nao é apenas produzir desenhos e pinturas. Tem mais coisa... vai la e escuta. Quer da uma opinião, achou que faltou alguma coisa. Vai ai. Escreve. artnofimdomundo@gmail.com . Diz ai o que achou. Espero que fiquem bem. Quando sair nao esquece a mascara. E se comprar um bombom. Me da um?! Um abraço na sola dos pés de voces.
20 Apr 2021
Arte no Fim do Mundo | Entrevista com o Diabo | Adriano Muniz
Hoje, comigo Adriano, o Diabo. Em algumas parte no áudio o Cerberus deu o ar da graça e mastigou um pouco o cabo. Por isso pode ter algum chiado em algumas partes. Agora tem o e-mail do podcast: artnofimdomundo@gmail.com . Fiquem em segurança, em paz.
4 Mar 2021
Arte no Fim do Mundo - O Silêncio | Adriano Muniz
Hoje eu Adriano, falo um pouco sobre o silêncio. Aquele instante antes de uma música, ou estar de frente de uma pintura, ou diante de uma entrevista de emprego. Todos esses momentos são envolvidos em um silêncio que nos é necessario. Porém, hoje há muito barulho, um ruído de fundo que é tão pesado, que é possivel tocar ou cortar. Esse zunido ( ou zumbido, pode ficar à vontade pra escolher a palavra) que fica no ouvido nada mais é o seu corpo readaptando ao meio. E não queremos nos recolocar porque é doloroso. Reambientar nos deixa solitário e para muitos, é assutador.
Como pequenas recomendações:
Faça intervalos. Escute seu corpo. Escute o estalar da geladeira. Coma e se escute comendo. E depois me diga o que achou da experiência.
Este episódio apareceu, aqui meixmo, no Arte no Fim do Mundo.
24 Feb 2021
Arte no Fim do Mundo - Auto da Barca | Gil Vicente
Hoje chegamos a ele: dramaturgo portugues Gil Vicente (1465-1536).
Olá, Adriano aqui. No episódio o auto da barca tem por intenção representar os problemas sociais presentes de uma época que nada, eu escrevi NADA, é de se estranhar que não seja tão atual os problemas de avareza, orgulho, corrupção. De uma orbita em torno do umbigo português que compartilhou esta força ao povo brasileiro. Daqui. Temos amplificados as mesmas situações, tanto que a repercurssão deste tema caiu à normalidade. São só algumas pessoas sendo... pessoas. Nesta existencia nada muda. Pessoas vão ser boas, outras ruins. Em graus positivos e negativos que variam sempre.
E de maneira comica Gigi do basculho (Gil Vicente) discorreu de um fato observado e que tem durado estes mais de 400 anos. Tentei ao maximo ser cômico como exige a peça. Enfim, aproveitem.
É a primeira parte da peça em três atos. Que novamente se trata de um texto em dominio públoco. Caso queria fazer o download do livro e acompanhar linha por linha acesse o site dominio publico e busque o nome de Gil Vicente.
Sejas gentil compartilhando, comentando, criticando.
Este episódio apareceu aqui primeiro. Arte no Fim do Mundo.
23 Feb 2021
Arte no Fim do Mundo - A Feiticeira | Inglês de Sousa - Contos Amazônicos
Ola eu sou Adriano Muniz. Paraense residente em Salvador. É com muito prazer que eu apresento "Arte no Fim do Mundo". Sempre tem "uma questão ou outra" sobre arte: o que é arte, arte primitiva, pop arte, etc. E nesse ambiente me situo para apresentar um programa que no fundo é para explorar o sensível, o que hoje em dia está muito difícil. Para vocês humanos. Apresento a obra de Inglês de Souza (1853-1918) autor paraense responsável em transcrever a rotina de uma cidade inascessível, ontem e hoje, que é Belé... nada disso: Óbidos, cidade de nascimento do autor e orbital dos romances e contos que escreveu. Entre seu pares foi compreendido como um Romântico. Pelo estilo e necessidade de ter em seu tema e cenário, com personagens ligados à origem colonial e tramas particulares da região com pequenos impeditivos linguisticos ao público geral, como em muitas vezes, busca na Língua Geral Amazônica ou Nheengatu suporte para fortalecer a identidade regional.
Compartilhe, comente, critique, porém sejas gentil em suas palavras.
Livro: https://cadernosdomundointeiro.com.br/ Lembrando que o livro esta disponível de graça, desde com devido respeito de divulgação e emissão à editora.
Este episódio apareceu primeiramente em Arte no Fim do Mundo
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