www.culturanuclear.pt
Plataforma de energia cultural, com Tiago Fortuna, em que se pensa e fala sobre diversas artes, mas, sobretudo, ouve-se música. Se NUCLEAR fosse descrito apenas com um género musical seria o disco, pela melancolia que vive mascarada de celebração. Aqui, teremos muita pop, abraçamos o espectro da música negra, bem como alguma indie e electrónica. Existe tanto espaço para dançar como para chorar. Tomando abrigo na liberdade que a cultura nos dá e acreditando nela como expressão nuclear da humanidade.
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“Ele, o nada, no seu nadificar, remete-nos justamente para o ente.” É com a citação acima, de Heidegger, que degelo (https://www.youtube.com/watch?v=1pnB2mRIkf8) descreve o tema “Nada”, que integra esta edição e também lhe dá título: “Do nada descobre-se tudo”. degelo é o projecto musical de Pedro Ruela Berga, artista e estudante de mestrado em filosofia, que assina a carta publicada no site de NUCLEAR (https://culturanuclear.pt/category/cartas/). Foi a partir das reflexões estimuladas por Pedro Ruela Berga, tanto na música como na escrita, que surgiram as canções a integrar o episódio. A banda-sonora divide-se entre a pop, dura e intemporal, com canções de Beyoncé, Depeche Mode e Eurythmics, o ambient post-rock de degelo, e o indie rock de Radiohead e Bon Iver (https://www.youtube.com/watch?v=pPsBFPX_yU4). Fiquem connosco!
Foto capa: The Lovers, René Magritte’s (1928) (https://www.moma.org/learn/moma_learning/rene-magritte-the-lovers-le-perreux-sur-marne-1928/)
18 Nov 2021
#24 People
Que relevância damos em 2021 a clássicos da Broadway das décadas de 60 e 70 e da era dourada de Hollywood? Pode dizer-se que são documentos cristalizados no tempo, para um nicho aficionado. Esta edição explora a sua relevância cultural, mas também social e humana: falando tanto no impacto de Judy Garland na comunidade LGBT (até na criação da sua bandeira); como na figura arrebatadora de Barbra Streisand; ou ainda a mensagem sublime que Nat King Cole nos transmitiu na sua arte. Há espaço para a transgressão de Amália Rodrigues e o portento kitsch de Moulin Rouge. Fiquem connosco!
Capa: Barbra Streiseand por Steven Meisel (1993)
11 Nov 2021
#23 Desafío
Quantas vezes nos desafia a vida a emancipar-nos? Quão apaixonada é a nossa emancipação? Este episódio nasce do confronto e da complementaridade destes dois conceitos: o da emancipação e o da paixão. Tem na base uma carta dedicada à obra de Björk, assinada por Dora Santos Silva (https://culturanuclear.pt/category/cartas/), professora na FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Foi a partir dessa Carta, da paixão impressa nela, que escolhi a canção de Björk e de Madonna que integram esta edição. Também há músicas de emancipação: com a dor de Arca, na profunda transgressão que o seu trabalho nos transmite, mas também na singularidade de Grace Jones (https://www.youtube.com/watch?v=YEM8TspcCBY) e David Bowie, assim como o novo rumo criativo de Ana Moura (https://www.youtube.com/watch?v=x3QGODFnM8A).
Foto capa: Ana Moura por Wide Boy
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