Corpo especulado é uma série sobre a conflituosa e não tão científica relação entre a ciência e o corpo feminino. Uma parceria entre a revista AzMina e o podcast 37 Graus, com apoio do Instituto Serrapilheira. Estreia no dia 10 de agosto com episódios semanais.
Ouça no perfil do @corpoespeculado - https://anchor.fm/corpo-especulado
Leia textos e transcrições e mais em: https://azmina.com.br/projetos/corpo-especulado
20 Jul 2021
Futurar: tecnologias negras e novos imaginários
Pensar em futuro é imaginar uma realidade com diversas soluções tecnológicas. Automaticamente pensamos em máquinas, robôs, computadores. Mas será que tecnologia é só isso? E em se tratando do ambiente virtual, as condições sociais são as mesmas para todas as pessoas? Como o machismo e o racismo se manifestam no mundo digital e provocam impactos reais? No terceiro e último episódio da série Futurar, fomos a São Paulo e ao Rio de Janeiro conversar com as pesquisadoras Taís Oliveira e Silvana Bahia sobre os usos e o futuro das tecnologias por mulheres negras.
13 Jul 2021
Futurar: o cuidado e o trabalho das mulheres negras
Como você imagina que vai ser o futuro das tarefas de cuidado? Você acha que vai ser tudo automatizado? Onde as mulheres negras estarão? No segundo episódio da série Futurar, fomos a São Paulo e Pernambuco conversar com Luiza Batista, presidenta da Federação das Trabalhadoras Domésticas, e com a doula e pedagoga Edite Neves para entender como o trabalho de cuidado das mulheres negras, dentro e fora de casa, move toda a sociedade: no passado, no presente e no futuro.
6 Jul 2021
Futurar: mulheres negras e meio ambiente
Futurar: imaginar o que ainda não aconteceu, antever, prenunciar. Como sonhar amanhãs em um agora que apresenta tantas incertezas? Para falar sobre os futuros do meio ambiente no Brasil, iremos recorrer ao afrofuturismo e às histórias e respostas de futuro de Donana, griot do Quilombo Quingoma, primeiro do Brasil, situado na Bahia; Marcela Bonfim, do Projeto Amazônia Negra, em Rondônia, e Sônia Ara Mirim, das terras indígenas do Jaraguá, São Paulo.
28 Apr 2020
Violência doméstica ultrapassa até muros das prisões
As mulheres não escapam da violência doméstica mesmo quando os homens estão dentro de penitenciárias. Os muros prisionais são incapazes de conter as agressões às mulheres, que do lado de fora sofrem ameaças, tortura e controle de seus companheiros presos, quando não custa a própria vida. Elas sofrem caladas, com medo. Sem denúncias, esses casos não estão nas estatísticas de violência doméstica nem de feminicídios.
Confira no podcast produzido pela repórter Joana Suarez para a Bolsa de Reportagem AzMina Especial Violência Doméstica em parceria com o Volt Data Lab. Leia também a versão impressa (https://azmina.com.br/especiais/violencia-contra-a-mulher-ultrapassa-ate-muros-das-prisoes/) da reportagem
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