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About Mulheres nas Quebradas
Não criamos o problema ainda assim, lutamos por soluções.
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- Mulheres nas Quebradas Coletivo
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- education
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- 13 Dec 2020
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31 Aug 2021
AUDIOCONTO|Entre Roseiras e Jabutis, Conto do livro Perifobia autora Lilia Guerra
Áudio conto no formato contação de história feito a sete vozes pelo Coletivo Mulheres nas Quebradas, para o encontro da oficina #LivresLivros. Participaram da narração: Alana Francisca da Silva, Drica Madeira, Giselle Parno, Márcia Lopes do Instagram Tecendo Histórias, Monique Silveira, do canal do Youtube Preta Reta, Rosangela Gomes e Rozzi Brasil. Créditos musicais: A Arte é Mulher e Psicodélica ambas as músicas compostas por Numa Ciro e LanLahn. Próximos Episódios: Vó, conto de Lília Guerra, livro Perifobia e algumas músicas do CD Eu Sou Mulher Eu Sou Feliz, composições de Ana Costa e Zélia Duncan,

19 Jun 2021
Língua Solta - O Que é Literatura?
Voz e texto: Rozzi Brasil Música: Prod. Sckott Beats A Língua é solta A Literatura salta, Rima porque combina, Dança, trafega, Entre quem aceita E No meio de quem nega. A Língua é chama que arde em forma de arte. A Literatura é a língua solta Tranquila ou revolta Ao sabor das marés, É por ela que tu sabe quem tu és. A língua avoluma Tem o ritmo dos fatos, acontecimentos Olhares, sonhos, descobrimentos. Língua solta pelas Culturas e rotinas Língua que responde e sabatina. Fluída, migratória transformadora Perene, transitória Criadora! Língua que resiste Porque o diálogo existe Porque a comunicação insiste Porque é no traço No abraço No lápis no papel Na madeira, no cinzel Na tela, nos dedos, No pincel. No cálculo, no coração, Na medida, sem medida, na intuição No spray, na pena, na lei Na declaração, no Direito Literatura, ninguém prende, Não tem jeito. Põem na tranca aqui, Ela vira arte ali, Junta culturas já Ela junta o povo lá No dia a dia resiliente Porque a vida é insistente Prendem a Literatura nos livros E ela vive a sair de lá Com letra ou só com som, Dentro ou fora do tom Na estima, na conversa, na rima Literatura, Tudo registra Tudo cura A única arte que que não depende de instrumento, Se tem, uma boca em movimento e um ouvido atento Se tá no mudo, tem uma ideia, um já é plateia e vamos na linguagem de sinais E quando tudo faltar, ainda haverá Literatura no olhar Literatura é palavra A palavra que se dá, A palavra que se diz A palavra que se pensa Que se pinta e desenha A palavra que se empenha Que não se empenha Até aquela que não se aprendeu Mas sabemos dizer de algum jeito Porque ela brota do peito, por isso é um direito literatura é os corpos da gente soltos sem assunto Transitando pelo direito de existir nesse mundo #rap#literatura#linguasolta

27 Mar 2021
ARAMIDES FLORENCA, conto, Conceicao Evaristo, por Adriana Farias
Em “Aramides Florença”, o prefixo aram(e) é risco de dor, e flor do sobrenome é indício do nascimento, semente — o germe pode ser ponderado ainda como asco, posto que essa mãe, quiçá agredida pelo marido, gerou um filho/homem/verme que poderá um dia agredi-la. Aramides Florença buscava ser o alimento do filho. E, literalmente, era [...] A vitória sempre pertencia ao pequeno. Entretanto, nem sempre fora assim, antes havia a figura do pai por perto (p. 10). (Revista Afro-Ásia)

27 Mar 2021
Olhos Dagua, livro Conceicao Evaristo, introducao Heloisa Tolles, por Giselle Parno
RESUMO Em “Olhos D’água” Conceição Evaristo constrói uma série de narrativas, composta por 15 diferentes contos, que se entrelaçam ao relatarem a história de mulheres e homens negros que sofreram e sofrem os mais diferentes tipos de violência e depreciação na sociedade. No entanto, desde o primeiro conto que leva o mesmo título do livro, percebemos que a autora vai além de uma construção vinculada apenas ao sofrimento, ela conduz o leitor a um aspecto da ancestralidade e identidade afro-brasileira que perpassa e em alguns momentos até acalenta a dura realidade de seus personagens. Alguns dos títulos dos contos que compõe a publicação são construídos pelo nome e sobrenome de seus protagonistas, entre esses, podemos destacar: Ana Davenga, Duzu-Querença, Maria, Luamanda, Di Lixão e Lumbiá. O prefácio que abre o livro sinaliza para a grande marca da autora: a noção de escrevivência. Isto é, a escrita a partir de um lugar de enunciação que é, também, e, sobretudo o da vivência da experiência narrada e o quanto essas escritas negras e femininas encontram-se embaralhadas na tênue linha que tenta separar, sem muito sucesso, a realidade vivida, da ficção sonhada. Desta forma, tudo isso acaba provocando nos leitores, uma identificação imediata com as narrativas lidas e compartilhadas. Como já descrito, as narrativas do livro são costuradas e umedecidas pelo choro dos personagens, que desabrocham e suplicam, mesmo que em silêncio, do lugar de opressão e submissão que ao longo da história foi designado a eles. CONTEXTO Sobre a autora A Autora Maria da Conceição Evaristo de Brito nasceu em uma favela de Belo Horizonte em 29 de novembro de 1946. É graduada em Letras pela UFRJ, mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro, quando defendeu a dissertação: “Literatura negra: uma poética da nossa afro-brasilidade” e doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense, desde 2011, após a defesa e aprovação da tese que procurou “investigar a produção de autores africanos de língua portuguesa em diálogo com a literatura afro-brasileira”. A divulgação de sua produção literária começa basicamente com a publicação de seus escritos nos históricos “Cadernos Negros”, publicação do Grupo Quilombhoje, de São Paulo, onde escreveu poesias e contos. A partir desses escritos construímos o cerne da produção textual da autora, que se constrói a partir da figura de uma mulher que representa seu povo. Ao refazer o caminho de sua ancestralidade feminina, ela encontra e reencontra o sofrimento e as sensações das mulheres e homens negros que enchem seus livros de dor e sensações. Conceição também é autora de outros livros, o mais conhecido deles, “Ponciá Vicêncio” (2003) já traduzido para o inglês e publicado nos Estados Unidos, esse livro é o marco de sua escrita, talvez urbano-realista. Importância do Livro Olhos D’água produz um lindo entrelaçar entre a temática e a poética, isso porque a construção lingüística utilizada pela autora é de um acabamento preciso assim como o amarrar das histórias. As narrativas são permeadas de lágrimas, violência, ancestralidade, fé e sentimentos. A voz não se cala perante os acontecimentos narrados e nem a essência subjetiva da criação literária. Talvez por isso o livro comova e conduza todos os leitores pelo caminho da dor poética. Período Histórico Publicada em 2014, pela editora PALLAS, a obra de Conceição Evaristo reúne narrativas que abordam conflitos sociais, históricos e contemporâneos, representando o grito dos escritores negros e de toda uma sociedade que não deveria silenciar nunca. Esse livro é um dos atalhos por onde a voz negra pretende ecoar.

27 Mar 2021
Ana Davenga, conto, Conceicao Evaristo, por Cirilo Barcellos e Gezuis Lima
A literatura produzida por Conceição Evaristo traz a condição do negro brasileiro, notadamente a da mulher negra brasileira. A escritora busca retratar a condição feminina negra na sociedade, de forma realista. A descrição feminina obedece ao real contexto de violência contra a mulher, exclusão social e racial, pois mostra que mesmo inserida em um grupo no qual é contestado pela cor da pele, a mulher negra tende a ser oprimida. As personagens de seus textos nos são expostas, carregadas de denúncias como isolamento, violência, submissão, vida na favela, exclusões sociais, entre outras. O texto é uma narrativa que, embora ficcional, é semelhante às vivencias de mulheres de nossa sociedade; embora seja um texto literário, simboliza histórias reais sobre as quais, na maioria das vezes, desconhecemos. (Revista da Anpoll) Palavras-chave Literatura e Sociedade; Violência; Literatura Afro-Brasileira; Ana Davenga; Conceição Evaristo

27 Mar 2021
Shirley Paixao, conto, Conceição Evaristo, por Marina Dias
RESUMO O trabalho discute a questão do estupro praticado pelo pai a partir da leitura do conto Shirley Paixão, de Conceição Evaristo. Publicado no livro Insubmissas lágrimas demulheres (2011), o conto trata da questão da violência doméstica, mais especificamente, da violência sexual perpetrada pelo pai e dos efeitos dessa violência sobre a filha. A reação da menina é a de um grito silencioso que gera um comportamento excessivamente monitorado, e tão exemplar que a escola chega a questionar a família sobre as atitudes da menina. A leitura do conto permite, portanto, analisar o papel fundamental da escola na atenção à criança, detectando e alertando para problemas que, muitas vezes, a família vê sem maior preocupação, uma vez que encontra explicações plausíveis para justificar o comportamento da criança. Palavras-chave: Violência intrafamiliar. Estupro. Escola. Família. (Verbo de Minas)

27 Mar 2021
Olhos Dagua, conto, Conceicao Evaristo, por Cris da Rocha
Em Olhos d’água Conceição Evaristo ajusta o foco de seu interesse na população afro-brasileira abordando, sem meias palavras, a pobreza e a violência urbana que a acometem. Sem sentimentalismos, mas sempre incorporando a tessitura poética à ficção, seus contos apresentam uma significativa galeria de mulheres: Ana Davenga, a mendiga Duzu-Querença, Natalina, Luamanda, Cida, a menina Zaíta. Ou serão todas a mesma mulher, captada e recriada no caleidoscópio da literatura em variados instantâneos da vida?Elas diferem em idade e em conjunturas de experiências, mas compartilham da mesma vida de ferro, equilibrando-se na “frágil vara” que, lemos no conto “O Cooper de Cida”, e a “Corda bamba do tempo”. Em Olhos d’água estão presentes mães, muitas mães. E também filhas, avós, amantes, homens e mulheres – todos evocados em seus vínculos e dilemas sociais, sexuais, existenciais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a humana condição. Sem quaisquer idealizações, são aqui recriadas com firmeza e talento as duras condições enfrentadas pela comunidade afro-brasileira. Conceição Evaristo é mestra em Literatura Brasileira pela PUC-Rio, e doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense. Suas obras, em especial o romance Ponciá Vicêncio, de 2003, abordam temas como a discriminação racial de gênero e de classe. A obra foi traduzida para o inglês e publicada nos Estados Unidos em 2007.

27 Mar 2021
Natalina Soledad, conto Conceicao Evaristo, por Rozzi Brasil
Este trabalho tem como foco traçar reflexões em torno da violência como fator importante na leitura do conto “Natalina Soledad”, de Conceição Evaristo, publicado no livro Insubmissas Lágrimas de Mulheres (2011). Por meio da linguagem a protagonista exerce um movimento importante de resistência frente às violências que sofre ao longo principalmente da infância e adolescência. As dores, rejeições, a miséria, o racismo, machismo, etc. são temas recorrentes na obra de Evaristo, nesse sentido torna-se interessante buscarmos caminhos de compreensão do lugar e do papel que a violência ocupa na escrevivência evaristiana. Num primeiro momento este artigo persegue algumas ideias relacionadas ao conceito de escrevivência e a sua relação com a violência e a resistência de sujeitos em situações críticas. Após esse percurso inicial, partimos para uma análise do conto selecionado, buscando compreendê-lo como exemplo interessante do papel da linguagem nas relações de violência e resistência que se estabelecem na vida de Natalina Soledad, bem como na narrativa em si, recontada pela narradora-ouvinte que costura as histórias do livro. Como bases fundamentais de nosso trabalho, trazemos o materialismo lacaniano de Slavoj Žižek e os ensaios de Conceição Evaristo a respeito do conceito de escrevivência. (Revell - Revista de Estudos Literários UEMS) Palavras-chave Conceição Evaristo; Violência; Resistência; Materialismo Lacaniano

27 Mar 2021
Meu Sonho E Escrever, de Carolina Maria de Jesus, por Rozzi Brasil
Meu sonho é escrever… é uma coletânea de textos inéditos da consagrada autora Carolina Maria de Jesus, que tornou-se conhecida mundialmente a partir do best-seller Quarto de Despejo, publicado em 1960. Organizado pela pesquisadora Raffaella Fernandez, o livro traz contos, provérbios, pensamentos e memórias da autora, num tom indiscutivelmente pessoal no domínio de recursos literários. Segundo a escritora e crítica Heloisa Buarque de Holanda, o livro Meu sonho é escrever “é um trabalho apaixonado de restauro. Trata-se do resgate cuidadoso dos vários sentidos e tonalidades de um narrar-se mulher, mulher negra, mulher favelada”. Os textos presentes na obra foram coletados em arquivos públicos de Sacramento (MG), Rio de Janeiro e São Paulo. Para este livro, os escritos de Carolina Maria de Jesus foram editados e revisados, ajustando pontuações e realizando pequenas emendas, sem que isso interferisse de forma a descaracterizar o conteúdo original, “na ideia presente de restaurar e, com respeito, editar e preparar o texto da autora, no arguto anseio de encontrar a felicidade através da literatura.” Ciclo Contínuo Editorial

26 Mar 2021
Meu Sonho É Escrever, Carolina Ma de Jesus. Nota da organizadora, por Rozzi Brasil
No áudio Nota da organizadora "Meu sonho é escrever… é uma coletânea de textos inéditos da consagrada autora Carolina Maria de Jesus. Organizado pela pesquisadora Raffaella Fernandez, o livro traz contos, provérbios, pensamentos e memórias da autora, num tom indiscutivelmente pessoal no domínio de recursos literários. Segundo a escritora e crítica Heloisa Buarque de Holanda, o livro Meu sonho é escrever “é um trabalho apaixonado de restauro. Trata-se do resgate cuidadoso dos vários sentidos e tonalidades de um narrar-se mulher, mulher negra, mulher favelada”. Os textos presentes na obra foram coletados em arquivos públicos de Sacramento (MG), Rio de Janeiro e São Paulo. Para este livro, os escritos de Carolina Maria de Jesus foram editados e revisados, ajustando pontuações e realizando pequenas emendas, sem que isso interferisse de forma a descaracterizar o conteúdo original, “na ideia presente de restaurar e, com respeito, editar e preparar o texto da autora, no arguto anseio de encontrar a felicidade através da literatura.” Ciclo Contínuo Editorial

26 Mar 2021
Como Se Encontrar na Escrita, de Ana Holanda, por Rozzi Brasil
Livro: Como se encontrar na escrita: O caminho para despertar a escrita afetuosa em você Neste livro, Ana Holanda conduz o leitor numa jornada sobre a descoberta da Escrita Afetuosa. Longe de querer ditar regras ou se basear em truques, o objetivo é fazer com que cada um encontre a própria voz, identifique a melhor forma de colocá-la no papel e, por fim, perca o medo de compartilhar o resultado. "Um texto escrito de maneira visceral é capaz de transformar, mudar, aproximar, afetar. Na verdade, é o que para mim faz mais sentido. Caso contrário, vamos seguir escrevendo os mesmos textos de sempre, a partir do olhar e do ponto de vista de sempre. Vamos seguir fingindo que estamos conversando com o outro por meio das palavras quando, na verdade, não estamos interagindo com ninguém a não ser com a gente mesmo. É uma conversa solitária. Mas dá para mudar isso."

26 Mar 2021
Ofício de Escrever, de frei Beto, por Rozzi Brasil
"Frei Betto tem 61 livros ao longo de 45 anos de carreira como escritor, incluindo Ofício de escrever, uma coletânea de artigos que refletem sua paixão pela escrita e pela literatura. Ainda assim, ele abre suas crônicas com uma pergunta que o persegue desde sempre: “Por que escrevo?” e para a qual, mesmo com tanto tempo nesta seara, não tem uma resposta. Ao longo da leitura desta nova obra, Frei Betto nos leva a uma viagem pela literatura e sua força como linguagem e instrumento de resistência.

26 Mar 2021
Labirinto das Palavras de Claudia Laje por Rozzi Brasil
"Labirinto da palavra é uma coletânea de crônicas da conceituada autora Claudia Lage que aborda a escrita, o processo criativo, influências e voz narrativa, estantes e livros. Neste, a vida e obra se fundem, o meio, o início e o fim do escrever, as palavras ditas e não ditas. Leitura obrigatória não só para escritores, mas para todos aqueles apaixonados por literatura".

26 Mar 2021
A Pratica de Escrever de Natalia Goldberg por Rozzi Brasil
Escrevendo sob a perspectiva tanto de um experiente professor de redação como de um praticante do Zen, Goldberg estimula escritores a confiar em si mesmos e prega uma atitude complacente e generosa para com o ofício, ao mesmo tempo conferindo à disciplina seu devido papel. Este livro deveria estar na estante de todos os escritores

16 Dec 2020
Lucia Xavier Depoimento para o Projeto Presenca Preta
Lúcia Xavier, assistente social, coordenadora geral da ONG Criola e membra do Comitê Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030, avalia que os #ODS e a #DécadaAfro são oportunidades para eliminar o racismo e o sexismo e garantir às mulheres negras possibilidades de desenvolvimento e disputa em espaços democráticos de representação política.

16 Dec 2020
Yuderkys Espinosa Minoso Fala no Encontro de Lancamento do Forum Mulher no-IFCS Centro Rio de-Janeiro
Em novembro de 2019, o Fórum M foi lançado em evento no IFCS contando com a presença de Yuderkys Espinosa Miñoso, que é uma pensadora afro-caribenha, escritora, professora, pesquisador e ativista anti-racista, anti-sexista e decolonial do Grupo Latino-Americano de Estudo, Treinamento e Ação Feminista (GLEFAS), apresentada naquela ocasião por Mary Garcia Castro

15 Dec 2020
Heloisa Buarque de Hollanda Explica O Que É Forum Mulher?UFRJ
No Lançamento do Fórum M em evento no IFCS em novembro de 2019 Heloisa Buarque de Hollanda esclarece o que é o Fórum M. Heloísa é ensaísta, pesquisadora, escritora, editora e crítica literária. Graduada em Letras Clássicas pela PUC/RJ, com mestrado e doutorado em Literatura Brasileira na UFRJ e pós-doutorado em Sociologia da Cultura na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. É também professora emérita de Teoria da Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ). Ah, e Feminista!!!

14 Dec 2020
Luciene Lacerda Depoimento para Encontro Presenca Preta
Luciene Lacerda é psicóloga e coordena o Laboratório de Ética nas Relações de Trabalho e Educação (Laberte) e a Comissão de Direitos Humanos de Combate às Violências na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2016, ela deu os primeiros passos para criar a Campanha 21 Dias de Ativismo Contra o Racismo.

13 Dec 2020
FATIMA LIMA Depoimento para o Projeto Presenca Preta
Projeto Presença Preta. Depoimentos presenciais de mulheres intelectuais, ativistas. Suas Histórias e trajetórias. Nesse episodio, trazemos Fátima Lima
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