About Proteger @ jornalista é proteger a democracia
A ONU instituiu o dia 2 de novembro como crucial no combate aos inúmeros atentados à integridade física de jornalistas e comunicadores. O Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Comunicadores foi escolhido, no final de 2013, como uma maneira de homenagear os jornalistas Ghislaine Dupont e Claude Verlon, mortos no dia 02 de novembro de 2013, em Kidal, no Mali. Para dar visibilidade à necessária proteção a atividade jornalística, profissional ou não, é que o CRIAR Brasil lança, a partir do dia 2 de novembro, uma campanha abrangendo diversos aspecto do tema.
O papel das plataformas na violência contra comunicadores/as
Violência online contra comunicadores/as: qual o papel do canal na mensagem veiculada? Para debater a responsabilidade das redes sociais no enfrentamento ao assédio virtual à jornalistas, Thiago Firbida, da Artigo19, e Artur Romeu, dos Repórteres Sem Fronteiras, tratam de temas como tecnoviolência, privatização da censura, superfície de ataque, regulação das plataformas e educação midiática.
24 Nov 2021
Responsabilidade das Plataformas
Quando o assunto é violência online contra jornalistas, as redes sociais têm respondido com demora, lacunas ou silêncio. Facebook, Twitter, YouTube: até quando vamos ficar sem respostas?
22 Nov 2021
Criminalização da Comunicação Popular
No Brasil, fazer rádio sem licença é crime. Já países como Argentina, França e Irlanda aplicam multas e sanções e ninguém fica fichado por isso. Precisamos voltar a discutir a descriminalização da radiodifusão de baixa potência. Comunicação popular é direito humano!
18 Nov 2021
Dicas para se proteger do assédio online
Se você é comunicador/a e usa redes sociais, provavelmente já deve ter sofrido ataques por conta do seu trabalho. Confira nesse podcast dicas de como se proteger do assédio online com quem, infelizmente, convive com essa realidade há muito tempo. Com participações de Leandro Demori, Pedro Borges, Tai Nalon e Cecília Olliveira.
16 Nov 2021
Violência online não é inofensiva
Assédio virtual, impacto real. Ataques nas redes sociais causam ansiedade, síndrome do pânico e depressão. Em muitos casos leva a autocensura ou mesmo ao abandono do trabalho. Por isso, antes postar xingamento a um/a jornalista, bote a mão na consciência. Aquele rosto não é só um perfil: é uma pessoa.
12 Nov 2021
Assédio online a mulheres jornalistas
As mulheres jornalistas são os principais alvos da violência digital. Ataques misóginos, vazamento de dados pessoais, ameaças à família e ofensas de conotação sexual são algumas das características. Nesse podcast, Artur Romeu, do Repórteres Sem Fronteiras, e Janaína Garcia, do coletivo Jornalistas Contra o Assédio, debatem raízes e soluções para o assédio online contra comunicadoras.
9 Nov 2021
Rede de Proteção a Jornalistas e Comunicadores/as
Atenção, atenção, comunicador/a! Uma ferramenta online para jornalistas e comunicadores/as populares denunciarem casos de assédio, ameaças e ataques à liberdade de expressão. A Rede de Proteção a Jornalistas e Comunicadores/as oferece apoio através de orientações, acompanhamento da denúncia, visibilidade do caso, além de outros mecanismos de proteção. A iniciativa é encabeçada pelo Instituto Vladimir Herzog e Artigo 19. Confira em https://rededeprotecao.org.br/
4 Nov 2021
Assédio judicial contra jornalistas
O assédio judicial tem sido uma prática cada vez mais comum de intimidação de comunicadores/as. Normalmente, pessoas poderosas ou influentes abrem processos judiciais simultâneos em diferentes locais contra um mesmo jornalista, dificultando e encarecendo a defesa. Jornalistas freelancers, blogueiros e comunicadores comunitários são os mais vulneráveis.
Responsabilidade com o que se diz, sim; assédio judicial, não!
30 Nov 2020
Roda de conversa – Censura e violência contra comunicadoras
Confira a íntegra do áudio do debate online “Censura e violência contra comunicadoras”, realizado no dia 26 de novembro de 2020 pela ONG Artigo 19. No marco dos 21 dias do ativismo pelo fim da violência contra as mulheres, o agravamento das violações a partir das perspectivas de gênero e raça esteve no centro do debate, que contou com a participação de: Gizele Martins, comunicadora comunitária da Maré (RJ), jornalista e mestre em educação, cultura e comunicação em periferias urbanas; Janaina Garcia, jornalista, repórter, produtora e cofundadora do coletivo de mulheres Jornalistas Contra o Assédio; Kátia Brasil, jornalista e cofundadora e editora executiva da agência de jornalismo independente Amazônia Real; Emmanuel Pelegrini, advogado e promotor de justiça; com a mediação de Thiago Firbida, coordenador do programa de proteção e segurança da Artigo 19. Durante o debate, a organização lançou seu oitavo relatório anual intitulado “Violações à liberdade de expressão (2019-2020)” com uma atualização sobre as graves violações (homicídio, tentativa de assassinato, ameaça de morte e sequestro) e o cenário de impunidade no país, além de um alerta para o aumento de ataques no ambiente virtual e partindo de agentes políticos, bem como para os impactos daqueles realizados durante a pandemia de COVID-19 no Brasil.
27 Nov 2020
Jornalismo investigativo e segurança nas mídias locais e comunitárias
Em muitos municípios do Brasil, as mídias comunitárias e locais são os únicos meios de comunicação próprios. Mesmo enfrentando dificuldades estruturais e estando próximos/as dos alvos das denúncias, seus/suas comunicadores/as têm desempenhado um papel essencial na vigilância dos poderes locais. Acontece que, infelizmente, muitos/as deles/as pagam um preço alto pelo importante trabalho jornalístico que realizam. Nesse podcast, Matheus Dias (UFPR) fala de sua pesquisa sobre o jornalismo investigativo realizado por rádios comunitárias do Paraná e Thiago Fírbida (Artigo 19) traz dados do Relatório Violações à Liberdade de Expressão (2019-2020) que demonstram a permanência de graves violações contra comunicadores/as no Brasil.
20 Nov 2020
Igualdade racial e segurança no jornalismo
O jornalismo é mais uma das áreas que resiste à equidade racial. Nas redações brasileiras, apenas 23% dos/as jornalistas são negros/as, de acordo com um estudo realizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) em parceria com o a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). E se a presença de negros/as é maior em mídias de favelas e periferias, também são maiores as vulnerabilidades, seja por falta de recursos, treinamento ou assistência jurídica. 20 de novembro: todas e todos juntos por igualdade racial e segurança no jornalismo!
18 Nov 2020
Jornalistas mulheres são alvo do governo Bolsonaro
O jornalismo está na mira do governo Bolsonaro e as jornalistas mulheres são seus alvos preferenciais. São ataques com características próprias, que reforçam os estereótipos associados ao papel da mulher, carregados de misoginia e julgamento moral. Olívia Bandeira, do Coletivo Intervozes, explica por que isso torna ainda mais vulneráveis as comunicadoras populares e de periferias. Confira no podcast, com áudios de Bianca Santana e Patrícia Melo Campos.
12 Nov 2020
A importância da segurança de jornalistas para eleições justas
Dois ataques brutais a rádios comunitárias de uma mesma região, no intervalo de dois anos, em momentos pré-eleitorais. Não há eleições livres e justas sem acesso à informação jornalística de qualidade. E não se faz jornalismo, profissional ou comunitário, sem segurança. Emanuel Colombiê, do Repórteres Sem Fronteiras, e Bia Barbosa, do Coletivo Intervozes, discutem a importância da garantia da segurança no jornalismo para as eleições e para a própria democracia.
10 Nov 2020
Segurança e sustentabilidade das rádios comunitárias
São mais de 4.500 rádios comunitárias legalizadas no país. Elas desempenham um papel essencial na produção local de notícias, inclusive investigando, denunciando e monitorando os poderes municipais. É preciso garantir a segurança dos/as jornalistas comunitários/as com remuneração adequada, treinamentos, equipamentos e proteção jurídica. E para isso, as rádios comunitárias precisam de múltiplas formas de recursos. Garantir a sustentabilidade das rádios comunitárias é proteger seus/suas comunicadores/as!
5 Nov 2020
Rede Nacional de Proteção a Comunicadores
Organizações e ativistas estão mobilizados na construção da Rede Nacional de Proteção a Comunicadores que sejam alvos de diferentes tipos de violações à liberdade de expressão, como ameaças, agressões e assassinatos. A ideia é constituir uma rede representativa, com legitimidade e capacidade de evitar e reagir a ataques ao exercício do jornalismo e da comunicação popular. Conheça, faça parte da Rede e compartilhe essa ideia! Pelo jornalismo, pela vida dos/as comunicadores/as, pela democracia!
3 Nov 2020
Comunicador@ popular também faz jornalismo!
No Brasil e no mundo, a Comunicação Comunitária tem, há muito, desempenhado um papel fundamental nas democracias por permitir que as vozes das minorias – com pouco ou nenhum espaço nas demais mídias – possam ser ouvidas, enriquecendo a diversidade de pontos de vista, tão essencial à soberania popular. Ao reconhecer e valorizar o papel essencial que jornalistas profissionais desempenham na sociedade, nós, comunicadoras/os comunitárias/os, nos somamos na produção de informação que promova a verdade, a justiça social, a paz, o respeito, a igualdade e o debate democrático de ideias. Nós, comunicadoras/os comunitárias/os, também fazemos jornalismo!
30 Oct 2020
2 de novembro - Dia Internacional pelo Fim da Impunidade de Crimes contra Jornalistas
A ONU instituiu o dia 2 de novembro como crucial no combate aos inúmeros atentados à integridade física de jornalistas e comunicadores. O Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Comunicadores foi escolhido, no final de 2013, como uma maneira de homenagear os jornalistas Ghislaine Dupont e Claude Verlon, mortos no dia 02 de novembro de 2013, em Kidal, no Mali.
Segundo a UNESCO, nove em cada dez casos de crimes contra comunicadoras e comunicadores continuam sem solução. Outros dados que chamam atenção é que a grande maioria desses profissionais não se encontra em zonas de guerra e 90% dos casos estão ligados a atentados à comunicadores que investigam casos de corrupção, crimes e política.
Para dar visibilidade à necessária proteção a atividade jornalística, profissional ou não, é que o CRIAR Brasil lança, a partir do dia 2 de novembro, uma campanha abrangendo diversos aspecto do tema.
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