EVA CAST é o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), com informação de qualidade sobre prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, bem estar da paciente em tratamento e acompanhamento e inovações científicas sobre pesquisa em câncer de colo do útero, ovário, endométrio, vulva, vacina, dentre outros. Uma produção da SENSU Consultoria de Comunicação e Estúdio Banca de Conteúdo.

EVA CAST - o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos
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EVA CAST é o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), com informação de qualidade sobre prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, bem estar da paciente em tratamento e acompanhamento e inovações científicas sobre pesquisa em câncer de colo do útero, ovário, endométrio, vulva, vacina, dentre outros. Uma produção da SENSU Consultoria de Comunicação e Estúdio Banca de Conteúdo.
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Recent Episodes

June 30, 2026
EVA CAST #44 - Câncer de endométrio: a perspectiva da paciente
<p>O episódio 44 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda o câncer de endométrio sob uma perspectiva que integra informação científica, atualização médica e a experiência de quem enfrentou a doença. Embora seja o câncer ginecológico mais frequente nos países desenvolvidos e venha apresentando aumento de incidência em diferentes regiões do mundo, o tema ainda é pouco conhecido pela população. Muitas mulheres só ouvem falar sobre a doença quando recebem o diagnóstico.</p><p>Participam da conversa Juliana Passos, oncologista clínica do Hospital Felício Rocho e da Santa Casa de Belo Horizonte; Pedro Ribeiro, oncologista do Grupo Orizonti e do Instituto de Oncologia Ciências Médicas e membro do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA); e Maiara Peres, paciente, membro do Comitê do Instituto Oncoguia, do Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Paliar e cofundadora do Gicecocancer, iniciativa voltada a pacientes com cânceres ginecológicos. Ao longo do episódio, os convidados discutem os principais sinais de alerta da doença, os desafios do diagnóstico e os avanços que vêm modificando o tratamento do câncer de endométrio.</p><p>Entre os temas abordados estão as diferenças entre o câncer de endométrio e o câncer do colo do útero, a importância do sangramento após a menopausa como sinal de alerta, o papel do ultrassom transvaginal e da biópsia na investigação diagnóstica e os limites do exame de Papanicolau, frequentemente associado de forma equivocada ao diagnóstico desse tipo de câncer. O episódio também traduz conceitos que costumam gerar dúvidas, como tipo histológico, grau e estadiamento tumoral, tornando essas informações mais acessíveis para pacientes e familiares.</p><p>A conversa explora ainda como o perfil molecular passou a ocupar papel central na definição do tratamento. Os especialistas explicam por que testes moleculares podem modificar a conduta terapêutica e discutem a incorporação da imunoterapia ao tratamento do câncer de endométrio, além das perspectivas abertas por novas estratégias terapêuticas, como os anticorpos conjugados a drogas (ADCs), especialmente para pacientes com doença avançada.</p><p>Outro eixo importante do episódio é a experiência da paciente ao longo da jornada. Maiara Peres compartilha como foi reconhecer os primeiros sinais, enfrentar o período de investigação diagnóstica e lidar com o impacto emocional da confirmação da doença. A conversa destaca a importância da informação de qualidade, do apoio familiar, da equipe multiprofissional e do contato com outras pacientes como elementos fundamentais para atravessar esse processo com mais segurança e acolhimento.</p><p>Como mensagem final, os convidados reforçam que o câncer de endométrio, quando diagnosticado precocemente, apresenta elevadas chances de tratamento bem-sucedido e que conhecer os sinais de alerta, buscar avaliação médica diante de sintomas persistentes e compreender as opções terapêuticas disponíveis são passos fundamentais para um cuidado mais efetivo e humanizado.</p><p>🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio.</p><p><br></p><p><strong>Ficha técnica</strong></p><p><strong>Realização:</strong> Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)<br><strong>Produção:</strong> SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo<br><strong>Roteiro e apresentação:</strong> Moura Leite Netto<br><strong>Captação e edição de som:</strong> J. Benê<br><strong>Tema de abertura e encerramento:</strong> Gui Grazziotin<br><strong>Direção:</strong> Luciana Oncken</p>

May 27, 2026
EVA CAST #43 - Oncologia de precisão na prática
<p>O episódio 43 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda como a oncologia de precisão vem transformando, na prática, o tratamento do câncer de ovário. Em um cenário marcado pelo avanço da biologia molecular, o episódio discute como testes genéticos, biomarcadores, inibidores de PARP, imunoterapia e novas terapias-alvo passaram a redefinir estratégias terapêuticas e ampliar as possibilidades de cuidado personalizado para as pacientes. </p><p>Participam da conversa Mariana Scaranti, oncologista clínica da Rede Américas e diretora de pesquisa do EVA; Noele Gomes, oncologista clínica do Hospital São Domingos, no Maranhão; e Andreia Cristina de Melo, oncologista clínica da Oncologia Américas e chefe da Divisão de Pesquisa Clínica e Desenvolvimento Tecnológico do INCA. Ao longo do episódio, as especialistas discutem como a caracterização molecular dos tumores ovarianos mudou a prática clínica nos últimos anos e passou a orientar desde a escolha da manutenção até o sequenciamento terapêutico em doença recorrente. </p><p>Entre os principais pontos abordados estão os biomarcadores que atualmente impactam a tomada de decisão terapêutica, como BRCA1 e BRCA2, deficiência de recombinação homóloga (HRD), PD-L1, HER2, receptor de folato alfa e deficiência de mismatch repair. O episódio também detalha o momento ideal para realização de testes genéticos e moleculares e explica como essas informações passaram a influenciar diretamente a seleção de terapias-alvo e o manejo individualizado das pacientes. </p><p>A conversa explora ainda os avanços recentes em diferentes subtipos da doença, incluindo o carcinoma seroso de baixo grau, com destaque para estudos envolvendo hormonioterapia, inibidores de CDK4/6 e drogas direcionadas à via MAP-quinase. Também são discutidos os resultados mais recentes apresentados em congressos internacionais, como estudos com anticorpos droga-conjugados, imunoterapia e novas estratégias para pacientes com doença resistente à platina. </p><p>Outro eixo importante do episódio é o impacto dos inibidores de PARP na história natural do câncer de ovário, especialmente em pacientes com mutação em BRCA ou HRD positivo, além da discussão sobre como a doença começa a caminhar para um modelo de cuidado mais próximo ao de uma condição crônica, com múltiplas linhas de tratamento personalizadas ao longo do tempo. As especialistas também analisam os desafios de acesso no Brasil e em outros países de baixa e média renda, incluindo desigualdades entre sistemas público e privado e dificuldades na incorporação de testes e terapias inovadoras. </p><p>Como mensagem final, as convidadas reforçam que a oncologia de precisão já deixou de ser uma perspectiva futura e passou a fazer parte do presente do tratamento do câncer de ovário, embora ainda existam barreiras importantes para garantir acesso amplo e equitativo às pacientes. </p><p>🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio.</p><p><strong>Ficha técnica</strong><br>Realização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)<br>Produção: SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo<br>Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto<br>Captação e edição de som: J. Benê<br>Tema de abertura e encerramento: Gui Grazziotin<br>Direção: Luciana Oncken</p>

May 20, 2026
EVA CAST #42 - Tumor Board de câncer de ovário: como alinhar cirurgia, oncologia , patologia e genética. Onde surgem os conflitos, quem decide, como construir consenso.
<p>O episódio 42 do EVA CAST, o podcast do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, aborda o papel do tumor board no cuidado do câncer de ovário, destacando como a integração entre diferentes especialidades é fundamental para a tomada de decisão em cenários clínicos complexos. Em um contexto em que o tratamento da doença é, por definição, multidisciplinar, o episódio discute por que transformar essa colaboração em decisões alinhadas, coordenadas e centradas na paciente ainda é um desafio na prática clínica. </p><p>Participam da conversa Marcelo Lontra, cirurgião oncológico do Hospital Militar de Área de Porto Alegre e do Hospital Moinhos de Vento; Marcus Corpa, patologista do Hospital Israelita Einstein; Poliana Signorini, oncologista e pesquisadora do Centro Integrado de Pesquisa da Amazônia; e Thaiana Santana, oncologista do Grupo Oncoclínicas, com atuação em oncogenética, survivorship e pesquisa clínica. Ao longo do episódio, os convidados discutem como diferentes áreas (cirurgia, patologia, oncologia clínica e genética) se articulam dentro do Tumor Board para definir estratégias terapêuticas individualizadas. </p><p>Entre os principais pontos abordados está o papel do tumor board na definição da estratégia cirúrgica, especialmente em casos de doença avançada, em que a possibilidade de ressecção completa, o risco operatório e o sequenciamento do tratamento precisam ser avaliados de forma integrada. O episódio também detalha como a patologia e os marcadores moleculares contribuem para caracterizar o tumor, orientar o tratamento e, muitas vezes, gerar discussões quando há discordância entre dados clínicos, laboratoriais e radiológicos. </p><p>A discussão inclui ainda os desafios de implementar e manter tumor boards em regiões com limitações de acesso, como fora dos grandes centros, e estratégias para garantir cuidado qualificado mesmo nesses contextos, como comunicação estruturada entre profissionais, protocolos institucionais e uso de interações remotas. Também são abordados os critérios para construção de consenso em situações de divergência, o papel da decisão compartilhada com a paciente e a importância de considerar aspectos como risco genético, planejamento reprodutivo e impacto familiar. </p><p>O episódio avança para temas contemporâneos, como medicina de precisão, integração de dados clínicos, moleculares e genéticos, além da incorporação de conceitos como survivorship desde o início do tratamento. Também destaca o papel do tumor board na identificação de pacientes elegíveis para pesquisa clínica, ampliando o acesso a novas terapias e contribuindo para a geração de evidência no país. </p><p>Como mensagem final, o episódio reforça que o cuidado no câncer de ovário não pode ser fragmentado e que o tumor board representa um espaço central para qualificar decisões, reduzir variabilidade de condutas e melhorar desfechos clínicos, especialmente em um país marcado por desigualdades de acesso. </p><p>🎧 Dê o play, siga o EVA CAST e compartilhe este episódio.</p><p><strong>Ficha técnica</strong><br>Realização: Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA)<br>Produção: SENSU Comunicação e Banca de Conteúdo<br>Roteiro e apresentação: Moura Leite Netto<br>Captação e edição de som: J. Benê<br>Tema de abertura e encerramento: Gui Grazziotin<br>Direção: Luciana Oncken</p><p></p>
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