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Na Terra dos Cacos

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by PÚBLICO

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<p>Como dizia Eduardo White, os países africanos são hoje cacos dos sonhos que partiram ontem. António Rodrigues e Elísio Macamo discutem, a cada duas semanas, como colá-los.</p>

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10/17/2023

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Episode thumbnail for Cabo Verde pode ganhar o Mundial de Futebol?

June 10, 2026

Cabo Verde pode ganhar o Mundial de Futebol?

<p>Optimista como sempre, o professor El&iacute;sio&nbsp;Macamo&nbsp;est&aacute; convencido que a selec&ccedil;&atilde;o de Cabo Verde pode ir longe neste 23.&ordm;&nbsp;Campeonato do Mundo de Futebol que se disputa em tr&ecirc;s pa&iacute;ses, Canad&aacute;, Estados Unidos e M&eacute;xico, e come&ccedil;a esta quinta-feira com o encontro entre o M&eacute;xico e a &Aacute;frica do Sul. Apesar do grupo complicado dos &ldquo;tubar&otilde;es&rdquo;, com Espanha, Uruguai e Ar&aacute;bia Saudita, Cabo Verde pode ir muito longe e se depois de Marrocos ter chegado &agrave;s meias-finais no Qatar, em 2022, coubesse aos estreantes &ldquo;Tubar&otilde;es&rdquo; ser a primeira selec&ccedil;&atilde;o africana a chegar a uma final do Mundial?</p> <p>Na primeira parte, tamb&eacute;m conversaremos sobre a nova plataforma de reflex&atilde;o estrat&eacute;gica sobre &Aacute;frica e o mundo, denominada &ldquo;Pensar Global&rdquo;, uma iniciativa da&nbsp;Edicenter-Publica&ccedil;&otilde;es, do Grupo&nbsp;Executive, angolano, em parceria com o&nbsp;CEJES, o Centro de Estudos de Ci&ecirc;ncias Jur&iacute;dico-Econ&oacute;micas e Sociais da Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, e com&nbsp;AIPEX-Ag&ecirc;ncia&nbsp;de Investimento Privado e Promo&ccedil;&atilde;o das Exporta&ccedil;&otilde;es de Angola.</p> <p>O orador da primeira edi&ccedil;&atilde;o j&aacute; passou por este&nbsp;podcast, trata-se do guineense Carlos Lopes, professor na Mandela&nbsp;School&nbsp;of&nbsp;Public&nbsp;Governance, da Universidade da Cidade do Cabo, antigo secret&aacute;rio-geral adjunto das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, antigo conselheiro de Kofi Annan quando o gan&ecirc;s era secret&aacute;rio-geral da ONU e alto representante da Uni&atilde;o Africana para as rela&ccedil;&otilde;es com a Uni&atilde;o Europeia.</p> <p>Carlos Lopes vai falar de &ldquo;&Aacute;frica e o Mundo &ndash; Repensar o Presente e Redefinir o Futuro&rdquo;, uma reflex&atilde;o &ldquo;profunda, estrat&eacute;gica e provocadora&rdquo; sobre soberania econ&oacute;mica, rela&ccedil;&otilde;es internacionais e oportunidades de transforma&ccedil;&atilde;o do continente, escreve o jornal econ&oacute;mico angolano&nbsp;Mercado.</p> <p>Na segunda parte, o nosso entrevistado &eacute; o investigador&nbsp;Ruy&nbsp;Blanes&nbsp;que vem ao&nbsp;podcast&nbsp;falar sobre o 27 de Maio em Angola, do trabalho da&nbsp;CIVICOP, Comiss&atilde;o para a Implementa&ccedil;&atilde;o do Plano de Reconcilia&ccedil;&atilde;o em Mem&oacute;ria das V&iacute;timas dos Conflitos Pol&iacute;ticos, sobre a nova alegada descoberta de uma vala comum num cemit&eacute;rio de Luanda com 600 restos mortais de v&iacute;timas da purga que se seguiu &agrave; dita tentativa de golpe de&nbsp;Nito&nbsp;Alves a 27 de Maio de 1977.</p> <p>Blanes, antrop&oacute;logo, principal investigador do Centro em Rede de Investiga&ccedil;&atilde;o em Antropologia ligado a quatro institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior portuguesas (Iscte, Universidade Nova, Universidade de Coimbra e Universidade do Minho) est&aacute; a escrever um livro sobre o 27 de Maio para publicar no pr&oacute;ximo ano, quando se assinalam 50 anos do alegado golpe.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>

Episode thumbnail for Quem disse que João Lourenço não continuará a ser Presidente?

May 27, 2026

Quem disse que João Lourenço não continuará a ser Presidente?

<p>O nosso convidado &eacute; o soci&oacute;logo David Boio, cuja empresa Ovilongwa &eacute; a respons&aacute;vel pela recolha de informa&ccedil;&atilde;o para o territ&oacute;rio angolano dos inqu&eacute;ritos do Afrobar&oacute;metro, esse retrato estat&iacute;stico de &Aacute;frica, e que nos vem falar de elei&ccedil;&otilde;es, estado da democracia, desinteresse e de Jo&atilde;o Louren&ccedil;o e ela que faz a pergunta: ser&aacute; mesmo que o Presidente angolano vai deixar a presid&ecirc;ncia e o poder?</p> <p>O actual chefe de Estado anunciou a sua recandidatura &agrave; lideran&ccedil;a do partido, cuja elei&ccedil;&atilde;o decorrer&aacute; no congresso do MPLA de 9 e 10 de Dezembro. Louren&ccedil;o quer ter tudo a dizer na escolha do seu sucessor como candidato &agrave; presid&ecirc;ncia e pretende manter-se como figura tutelar do executivo no caso de o MPLA voltar a ganhar as elei&ccedil;&otilde;es e a probabilidade de isso acontecer &eacute; muito alta.</p> <p>Antes, na primeira parte, a conversa andar&aacute; &agrave; volta das elei&ccedil;&otilde;es em Cabo Verde, a derrota do MpD ao fim de dez anos de poder, a demiss&atilde;o e o fim da carreira pol&iacute;tica do primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva.</p> <p>Tamb&eacute;m falaremos da livre circula&ccedil;&atilde;o de africanos em &Aacute;frica, havendo j&aacute; alguns pa&iacute;ses que deixaram de exigir vistos de entrada nas suas fronteiras a cidad&atilde;os de pa&iacute;ses africanos: Angola, Benim, Ruanda, Gana, Seychelles, G&acirc;mbia. O mais recente foi o Togo, na semana passada. Mas n&atilde;o deixa de ser uma gota de &aacute;gua num mar imenso de obst&aacute;culos &agrave; integra&ccedil;&atilde;o africana que est&aacute; muito longe de acontecer.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>

Episode thumbnail for Como a literatura colonial acabou a ajudar a construir um país

May 13, 2026

Como a literatura colonial acabou a ajudar a construir um país

<p>Em 2002, o livro foi recebido &ldquo;entre a indiferen&ccedil;a e frieza&rdquo;. Um trabalho que talvez tenha surgido adiantado para o seu tempo: nem ao Portugal que entrava no novo mil&eacute;nio lhe interessava a literatura colonial portuguesa, nem o Mo&ccedil;ambique que se reconstru&iacute;a depois da guerra civil se sentia com vontade de assumir como seu o passado do pa&iacute;s durante a ocupa&ccedil;&atilde;o colonial. A reedi&ccedil;&atilde;o agora pela Caminho d&aacute;-lhe oportunidade para um segundo f&ocirc;lego.</p> <p>As investiga&ccedil;&otilde;es e a reflex&atilde;o sobre o colonialismo portugu&ecirc;s, quer no espa&ccedil;o p&uacute;blico quer no espa&ccedil;o acad&eacute;mico, generalizaram-se a ponto de diminuir a carga de susceptibilidade que o seu tema envolve. E o distanciamento temporal poder&aacute; assegurar que Imp&eacute;rio, Mito e Utopia: Mo&ccedil;ambique como Inven&ccedil;&atilde;o Liter&aacute;ria, a tese de doutoramento em Literaturas Africanas de L&iacute;ngua Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa do investigador mo&ccedil;ambicano Francisco Noa, seja vista por aquilo que &eacute;: uma investiga&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida, assente em bases te&oacute;ricas extensas e muito bem escrita.</p> <p>Francisco Noa &eacute; o nosso entrevistado, na segunda parte neste novo epis&oacute;dio de Na Terra dos Cacos, o podcast do P&Uacute;BLICO sobre temas africanos. Na primeira parte, Ant&oacute;nio Rodrigues e El&iacute;sio Macamo conversam sobre a situa&ccedil;&atilde;o no Mali e o professor da Universidade de Basileia at&eacute; se permite um exerc&iacute;cio de schadenfreude, pois os ataques em larga escala dos rebeldes tuaregues e dos jihadistas ligados &agrave; Al-Qaeda vieram demonstrar a incapacidade dos militares golpistas para resolver os problemas do Sahel e a fatuidade da ajuda militar russa.</p> <p>Tamb&eacute;m h&aacute; espa&ccedil;o para conversar sobre as elei&ccedil;&otilde;es legislativas em Cabo Verde que se disputam no domingo, 17 de Maio, tendo mais uma vez o MpD, no poder desde 2016, e o PAICV, o antigo partido &uacute;nico, como os principais actores de uma elei&ccedil;&atilde;o com cinco partidos a disputar os 72 lugares no Parlamento.</p><p>See <a href="https://omnystudio.com/listener">omnystudio.com/listener</a> for privacy information.</p>

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<p>Como dizia Eduardo White, os países africanos são hoje cacos dos sonhos que partiram ontem. António Rodrigues e Elísio Macamo discutem, a cada duas semanas, como colá-los.</p>
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