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Ponte de la Amistad - cinema em portuñol

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by Ponte de la amistad

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Rodrigo Fonseca, brasilero, y Salvador Savarese, argentino, son dos amigos cinéfilos que deciden hablar de cine. Como no se ponen de acuerdo en qué idioma, lo hacen en portuñol. En el podcast hay de todo: películas de cualquier tipo, festivales grandes y chicos, estrenos y clásicos, chismes de calidad - además de la sección "Vidas Paralelas". ¡Ah, la sección "Vidas Paralelas"! ¿Quieren saber de qué se trata? Bueno, es otra razón, como si faltaran, para escuchar Ponte de la Amistad, Cinema en Portuñol. ¡Bienvenidos! Rodrigo Fonseca, brasileiro, e Salvador Savarese, argentino, são dois amigos cinéfilos que decidiram conversar sobre cinema… mas sem escolher um idioma. Resultado? Portunhol puro. Neste podcast tem de tudo: filmes de todos os tipos, festivais grandes e pequenos, estreias e clássicos, e claro — fofocas de qualidade. Ah, e tem também o quadro “Vidas Paralelas”! Quer saber o que é? Pois essa é só mais uma das muitas razões pra dar o play. Bem-vindos ao Ponte de la Amistad, Cinema em Portunhol.

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July 29, 2026

Ponte de la Amistad - Cinema en portuñol - S02E08

El año hace mella en Salvador, que se siente con sus fuerzas cada vez más menguadas y con menos tiempo para ir al cine. Menos mal que Rodrigo sigue su tour por festivales. Esta vez en Bonito, Mato Grosso y no solo como crítico sino como programador. Él nos informa dónde queda esa ciudad, cómo es el festival, qué películas hay y que motivó su selección. Detrás de cada festival hay criterios y lo que comenta Rodrigo es un “insight” inolvidable. La realidad del cine argentino sigue triste pero Salvador se hace el tiempo para ir al cine para ver “Para hacer una película solo hace falta un arma”, uno de los documentales más interesantes que se hicieron últimamente. El cine cordobés sigue pisando fuerte. En “Vidas Paralelas”, hablamos de dos películas de los más importantes directores del siglo XXI: Lucrecia Martel y Adirley Queiros. Se tratan de “Zama” y “Era uma vez em Brasília” dos filmes que trabajan brillántemente el anacronismo para hablar del presente de Latinoamérica. ¡Disfrutad! —---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O ano começa a pesar sobre Salvador, que sente suas forças cada vez mais reduzidas e dispõe de menos tempo para ir ao cinema. Ainda bem que Rodrigo continua sua turnê pelos festivais. Desta vez, em Bonito, Mato Grosso do Sul, e não apenas como crítico, mas também como programador. Ele nos conta onde fica a cidade, como é o festival, quais filmes fazem parte da programação e o que motivou suas escolhas. Por trás de cada festival existem critérios, e o relato de Rodrigo oferece um “insight”inesquecível. A realidade do cinema argentino continua triste, mas Salvador encontra tempo para ir ao cinema e assistir a “Para fazer um filme, basta uma arma”, um dos documentários mais interessantes realizados nos últimos tempos. O cinema cordobês continua mostrando sua força. Em “Vidas Paralelas”, falamos de dois filmes de alguns dos mais importantes diretores do século XXI: Lucrecia Martel e Adirley Queirós. São eles “Zama” e “Era uma vez em Brasília”, duas obras que trabalham de maneira brilhante com o anacronismo para falar do presente da América Latina. Aproveitem! Hablamos de las siguientes películas / Falamos dos seguintes filmes: Hijo mayor (Cecilia Kang, 2025) La noche está marchándose ya (Ezequiel Salinas y Ramiro Sonzini, 2025) Cinco Tipos de Medo (Bruno Bini, 2025) Ato Noturno (Filipe Matzembacher y Marcio Reolon, 2025) Iracema: Uma Transa Amazônica (Jorge Bodanzky y Orlando Senna, 1974) La historia oficial (Luis Puenzo, 1985) Honestino (Aurélio Michiles, 2026) Naira (Gabriela Quiroz, 2026) A Vida de Cada Um (Murilo Salles, 2025) Nunca Fomos Tão Felizes (Murilo Salles, 1984) Argentina, 1985 (Santiago Mitre, 2022) La odisea (Christopher Nolan, 2026) Inception (Christopher Nolan, 2010) The Match (Juan Cabral y Santiago Franco, 2026) Zama (Lucrecia Martel, 2017) Era Uma Vez Brasília (Adirley Queirós, 2017) Nuestra Tierra (Lucrecia Martel, 2025) Ilha das Flores (Jorge Furtado, 1989) A Festa da Menina Morta (Matheus Nachtergaele, 2008) Black Panther (Ryan Coogler, 2018) Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós, 2014) Los traidores (Raymundo Gleyzer, 1973) Velhos Bandidos (Cláudio Torres, 2026) Los hijos de Fierro (Fernando E. Solanas, 1975) Cabra Marcado para Morrer (Eduardo Coutinho, 1984)

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July 14, 2026

Ponte de la Amistad - Cinema en portuñol - S02E07

Salvador tiene la suerte que Rodrigo es un hombre del renacimiento: en este episodio canta, habla de festivales, habla maravillas de un director argentino olvidado, Julio Saraceni, e incluso nos informa del género de la “chanchada” que era furor en el cine brasilero clásico. ¿Qué tal? Hubo un problema en Argentina y es que desplazaron a Paula Félix Didier de la dirección del Museo del cine de la Ciudad de Buenos Aires, una de las pocas instituciones que trataban de tener funciones parecidas a una cinemateca. Las circunstancias de su desplazamiento fueron medio oscuras. Salvador trata de dar un pantallazo de ese triste episodio. También se mete en temas más divertidos, como la nueva película de Damián Szifrón, que reúne a Leonardo Sbaraglia, Luisana Lopilato y ¡Franco Nero!. Rodrigo nos habla largo y tendido sobre Cine OP, un festival que tiene lugar en Ouro Preto y que, haciendo honor al carácter histórico del lugar, se preocupa mucho de la conservación y preservación de las películas. Envidia. En “Vidas paralelas”, nos pasamos a las comedias clásicas brasileñas y argentinas pero que fueron hechas al fin de la época de los estudios, así que nos divertimos con “Cleopatra era Cándida” de Julio Saraceni con la inmensa Nini MArshall y “Um candango na Belacap” de Roberto Farias con el increíble Grande otelo. ¡Disfrutad! —---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Salvador tem a sorte de Rodrigo ser um homem renascentista: neste episódio, ele canta, fala de festivais, elogia muito um diretor argentino esquecido, Julio Saraceni, e ainda nos apresenta o gênero da “chanchada”, que fez enorme sucesso no cinema brasileiro clássico. Que tal? Na Argentina, aconteceu um problema: Paula Félix-Didier foi afastada da direção do Museo del Cine da Cidade de Buenos Aires, uma das poucas instituições que tentavam cumprir funções semelhantes às de uma cinemateca. As circunstâncias de seu afastamento foram um tanto obscuras. Salvador procura oferecer um panorama desse triste episódio. Mas também entra em assuntos mais divertidos, como o novo filme de Damián Szifrón, que reúne Leonardo Sbaraglia, Luisana Lopilato e… Franco Nero! Rodrigo fala longamente sobre a CineOP, festival realizado em Ouro Preto que, fazendo jus ao caráter histórico da cidade, dedica uma atenção especial à conservação e à preservação dos filmes. Inveja. Em “Vidas Paralelas”, passamos às comédias clássicas brasileiras e argentinas, realizadas já no final da era dos estúdios. Assim, nos divertimos com “Cleopatra era Cándida”, de Julio Saraceni, protagonizado pela imensa Nini Marshall, e “Um Candango na Belacap”, de Roberto Farias, com o incrível Grande Otelo. Aproveitem! ------------------- Hablamos de las siguientes películas / Falamos dos seguintes filmes: Tiradentes (Oswaldo Caldeira, 1999) Joaquim (Marcelo Gomes, 2017) Una mujer fantástica / A Fantastic Woman (Sebastián Lelio, 2017) O Ébrio (Gilda de Abreu, 1946) XXY (Lucía Puenzo, 2007) Las furias (Vlasta Lah, 1960) Camila (María Luisa Bemberg, 1984) Miss Mary (María Luisa Bemberg, 1986) Os Homens que Eu Tive (Tereza Trautman, 1973) El silencio es un cuerpo que cae (Agustina Comedi, 2017) Playback. Ensayo de una despedida (Agustina Comedi, 2019) Sueño Florianópolis (Ana Katz, 2018) Los Marziano (Ana Katz, 2011) Herencia (Paula Hernández, 2001) Proust Palimpsesto: Pastiches e Misturas (Carlos Adriano, 2026) EO (Jerzy Skolimowski, 2022) Um Céu de Estrelas (Tata Amaral, 1996) Más allá del olvido (Hugo del Carril, 1956) The Scarlet Drop (John Ford, 1918) São Paulo, Sociedade Anônima (Luís Sérgio Person, 1965) The Great Buster (Peter Bogdanovich, 2018) Relatos salvajes (Damián Szifron, 2014) Ansikte mot ansikte (Ingmar Bergman, 1976) Sonata de otoño / Höstsonaten (Ingmar Bergman, 1978) El sobrino (Damián Szifron, 2026) Las siamesas (Paula Hernández, 2020) Para hacer una película solo se necesita un arma (Santiago Sein, 2026) Os Matadores (Beto Brant, 1997) Ação entre Amigos (Beto Brant, 1998) O Invasor (Beto Brant, 2001) 30 noches con mi ex (Adrián Suar, 2022) A Casa Assassinada (Paulo César Saraceni, 1971) O Gerente (Paulo César Saraceni, 2011) Amor, Carnaval e Sonhos (Paulo César Saraceni, 1973) Anchieta, José do Brasil (Paulo César Saraceni, 1977) Cleopatra Era Cândida (Julio Saraceni, 1964) Um Candango na Belacap (Roberto Farias, 1961) Un novio para Laura (Julio Saraceni, 1955) La maestra enamorada (Julio Saraceni, 1961) El novicio rebelde (Julio Saraceni, 1968) El deseo de vivir (Julio Saraceni, 1973) Joven, viuda y estanciera (Julio Saraceni, 1970) Rolando Rivas, taxista (Julio Saraceni, 1974) Scary Movie V (Michael Tiddes, 2026) Coterrâneos Velhos de Guerra (Vladimir Carvalho, 1990) El Chavo del 8 / Chaves (serie, 1973–1980) Minions & Monsters (Pierre Coffin, 2026) The Odyssey (Christopher Nolan, 2026)

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June 16, 2026

Ponte de la Amistad - Cinema en portuñol - S02E06

El año sigue avanzando y la verdad es que cada vez estamos más cansados. Rodrigo, con más entrenamiento, aguanta pero Salvador se manda un festival de “ehhhh”s dignos de Diego Maradona. Sabrán disculpar. El cine argentino se despabila con el estreno en la Ciudad de Buenos Aires (ya se había estrenado en Córdoba) de uno de los acontecimientos del año: “La noche está marchándose ya”. Este estreno junto con el de “Para hacer una película sólo hace falta un arma” habilita a Salvador a que haga una pequeña historización del cine cordobés. Rodrigo, nuestro hombre de los festivales nos comenta que le pareció el último Cannes y que espera del festival Tribeca, el de Robert de Niro. Además nos habla del festival Bonito Cinesul en Mato Grosso do Sul del cual es uno de los programadores. En “Vidas paralelas”, disfrutamos de dos adaptaciones de Manuel Puig en el cine: “Boquitas Pintadas” de Leopoldo Torre Nilsson y “El beso de la mujer araña” de Héctor Babenco. Como Rodrigo fue biógrafo y amigo de Babenco es un placer escuchar la intimidad creativa de un director. ¡Que lo disfruten! Fe de erratas: En el episodio digo que no hubo más adaptaciones de Puig en el cine nacional. Error: en 1982 Raúl de la Torre presentó una versión de “Pubis Angelical” con Graciela Borges. —---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- O ano continua avançando e a verdade é que estamos cada vez mais cansados. Rodrigo, mais treinado, aguenta firme, mas Salvador manda um festival de “eeeeh”s digno de Diego Maradona. Vocês saberão perdoar. O cinema argentino desperta com a estreia na Cidade de Buenos Aires — o filme já havia estreado em Córdoba — de um dos acontecimentos do ano: “La noche está marchándose ya”. Essa estreia, junto com a de “Para hacer una película sólo hace falta un arma”, permite que Salvador faça uma breve historicização do cinema feito na provincia (estado ) de Córdoba. Rodrigo, nosso homem dos festivais, comenta o que achou do último Cannes e o que espera do Festival de Tribeca, o de Robert De Niro. Além disso, fala sobre o Festival Bonito Cinesur, em Mato Grosso do Sul, do qual é um dos programadores. Em “Vidas paralelas”, aproveitamos duas adaptações de Manuel Puig para o cinema: “Boquitas pintadas”, de Leopoldo Torre Nilsson, e “O beijo da mulher-aranha”, de Héctor Babenco. Como Rodrigo foi biógrafo e amigo de Babenco, é um prazer escutar a intimidade criativa de um diretor. Aproveitem! Errata: no episódio, digo que não houve outras adaptações de Puig no cinema nacional. Erro: em 1982, Raúl de la Torre apresentou uma versão de “Pubis Angelical”, com Graciela Borges. Hablamos de las siguientes películas / Falamos dos seguintes filmes: The Match (Juan Cabral & Santiago Franco, 2026) Lo dejamos acá (Hernán Goldfrid, 2026) El ciudadano ilustre (Mariano Cohn y Gastón Duprat, 2016) La noche está marchándose ya (Ezequiel Salinas y Ramiro Sonzini, 2025) Homo Argentum (Mariano Cohn y Gastón Duprat, 2025) Yatasto (Hermes Paralluelo, 2011) Para hacer una película solo se necesita un arma (Santiago Sein, 2026) Fjord (Cristian Mungiu, 2026) Hope (Na Hong-jin, 2026) Minotaur (Andrey Zvyagintsev, 2026) El deshielo (Manuela Martelli, 2026) Machuca (Andrés Wood, 2004) The Best of Kin (no identificado con seguridad) Funk (Aly Muritiba, 2026) Let the Right One In (Tomas Alfredson, 2008) Clueless (Amy Heckerling, 1995) Prince Avalanche (David Gordon Green, 2013) Hijo mayor(Cecilia Kang, 2025) Boquitas pintadas (Leopoldo Torre Nilsson, 1974) El beso de la mujer araña (Héctor Babenco, 1985) El lugar sin límites (Arturo Ripstein, 1978) Aqueles Dois (Sérgio Amon, 1985) Onde Andará Dulce Veiga? (Guilherme de Almeida Prado, 2008) El santo de la espada (Leopoldo Torre Nilsson, 1970) Güemes, la tierra en armas (Leopoldo Torre Nilsson, 1971) La guerra del cerdo (Leopoldo Torre Nilsson, 1975) Il Gattopardo (Luchino Visconti, 1963) Body Heat (Lawrence Kasdan, 1981) Kiss of the Spider Woman (Bill Condon, 2025) At Play in the Fields of the Lord (Héctor Babenco, 1991) El pasado (Héctor Babenco, 2007)

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Rodrigo Fonseca, brasilero, y Salvador Savarese, argentino, son dos amigos cinéfilos que deciden hablar de cine. Como no se ponen de acuerdo en qué idioma, lo hacen en portuñol. En el podcast hay de todo: películas de cualquier tipo, festivales grandes y chicos, estrenos y clásicos, chismes de calidad - además de la sección "Vidas Paralelas". ¡Ah, la sección "Vidas Paralelas"! ¿Quieren saber de qué se trata? Bueno, es otra razón, como si faltaran, para escuchar Ponte de la Amistad, Cinema en Portuñol. ¡Bienvenidos!

Rodrigo Fonseca, brasileiro, e Salvador Savarese, argentino, são dois amigos cinéfilos que decidiram conversar sobre cinema… mas sem escolher um idioma. Resultado? Portunhol puro. Neste podcast tem de tudo: filmes de todos os tipos, festivais grandes e pequenos, estreias e clássicos, e claro — fofocas de qualidade. Ah, e tem também o quadro “Vidas Paralelas”! Quer saber o que é? Pois essa é só mais uma das muitas razões pra dar o play. Bem-vindos ao Ponte de la Amistad, Cinema em Portunhol.

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