O POLEcast com pole dancers convidados, falando sobre diversos assuntos da arte do pole dance. Coordenação e direção artística de Vanessa Fiuza. Mediação de Rafael Domingues. Produção de Amora Produções Culturais. Produção realizada com recursos do Governo Federal através da lei nº 14.017/2020, administrados pela Prefeitura de Canoas, que dispõe de ações emergenciais destinadas ao setor cultural objetivando minimizar o impacto causado pela pandemia por coronavírus.

QUE BARRA! pole dance como respiro na pandemia
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O POLEcast com pole dancers convidados, falando sobre diversos assuntos da arte do pole dance. Coordenação e direção artística de Vanessa Fiuza. Mediação de Rafael Domingues. Produção de Amora Produções Culturais. Produção realizada com recursos do Governo Federal através da lei nº 14.017/2020, administrados pela Prefeitura de Canoas, que dispõe de ações emergenciais destinadas ao setor cultural objetivando minimizar o impacto causado pela pandemia por coronavírus.
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2/15/2021
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March 6, 2021
Representatividade preta no pole dance
Rafael Domingues conversa com Élen Cerqueira que conta que via meninas fazendo pole e sempre quis fazer, porém, na época, ainda era uma atividade cara que ela não conseguia pagar. Mas, num certo dia abriu um estúdio perto da sua casa e ela se matriculou. Mais ou menos um ano e meio depois, ela se capacitou em pole e começou a dar aulas nesse estúdio onde iniciou a praticar. Élen conta que quando alguém faz uma pesquisa sobre pole se depara com corpos dentro de um padrão e isso acaba fazendo com que a pessoa pense que não conseguirá, mas para ela o pole é plural e todos podem fazer. Como professora, Élen estimula sempre seus alunos a fazerem tudo de uma forma que eles se sintam confortáveis e acolhidos e ela sempre destaca que algumas pessoas irão ter facilidade para executar algum movimento e outras não. Porém, tudo é uma questão de praticar e não desistir. Élen faz parte de um coletivo chamado "afrontosas" que, surgiu em 2019 com cerca de sete mulheres pretas de diversas profissões, onde trazem o discurso da representatividade preta no pole. Ela fala que é muito importante levantar essas questões porque o aluno, provavelmente conseguirá um melhor desemprenho se tiver aula com uma pessoa parecida fisicamente com ele, desde o biotipo até uma jogada de cabelo por exemplo. Essas são coisas que interferem se você não se sente representado. Élen conta que sempre fez esportes e que nunca havia feito dança antes do pole. Para organizar sua aula, Élen pensa no que aquele aluno tem facilidade para poder aprimorar e às vezes, ela também cria uma coreografia para dançar com seus alunos. Por fim, Élen comenta sobre algumas figuras/movimentos e seus nomes que podem variar dependendo da região.

March 2, 2021
Apoio familiar e pole dance enquanto trabalho
Rafael Domingues conversa com Rochele Cambosi que conta que seu primeiro contato com pole foi em 2013, quando ela cursava Geografia e o pole veio como um hobbie. Ela diz que parou por dois anos e retornou em 2018, quando já estava se formando, porém não gostava muito da área e a dança era muito benéfica naquele momento. Em 2019 ela topou se capacitar em pole e começar a ministrar aulas. A família dela era mais conservadora e de classe média baixa, então, não havia um incentivo para que ela fosse artista. Sendo assim, ela optou primeiramente, por uma área que fosse mais aceita por ser mais formal. Rochele fala que toda sua família ainda não entende a dança no pole como uma forma de trabalho, principalmente por dançar de biquíni, explorar a sensualidade, o pole ainda é um tabu na mesa de jantar. Ela conta que existe um respeito da família porque é com isso que ela consegue se manter, pagar suas contas, e diz que o preconceito não vem só da família. Rochele vê também, quando vem de fora da bolha do pole e conta que já teve que falar que era professora de dança e não de pole para evitar discussões desnecessárias. Dentro do mercado brasileiro de pole, a grande maioria das pessoas, são brancas e Rochele procura sempre pesquisar coletivos, dançarinas negras para conseguir uma representatividade, um incentivo. Rochele conta que o perfil da maioria das strippers são de mulheres negras e quando você pesquisa o pole glamuroso, encontra um perfil Dita Von Teese (pesquisar se o nome ta certo), mulheres brancas com corpos dentro de um padrão. Ela diz que sempre procura ter aula com corpos parecidos com o dela para se sentir confortável dentro da sala de aula, mas ainda é muito difícil encontrar, então, ela tenta sempre divulgar artistas pretos. Rochele ministra aulas a mais ou menos um ano e ela entende que cada pessoa tem uma maneira diferente de aprender pole. Assim, ela tem que adaptar a técnica para ensinar todos, para que a aula seja mais democrática. Para finalizar Rochele fala que gosta de todas as vertentes do pole, cada vertente ajudou ela a construir a sua identidade na dança.

February 27, 2021
Tabus, preconceito e machismo
Rafael Domingues conversa com Ana Paula Oliveira que conta que escutou de tudo, quando começou a fazer pole dance. Do tipo "dança pra mim" indo ao "agora ela é do cabaret" indo até ao "teu namorado tem muita sorte". Tudo muito pejorativo. Como defesa, Ana dizia que fazia pole fitness por conta de dar início a prática com uma professora que também era atleta, mas esse termo já não é mais usado até porque o pole dance é da área da dança e não da educação física. Pole não versa mais somente sobre um esporte. Na família, Ana teve um pouco de preconceito por fazer pole dance. Hoje, a família dela apoia. Ela conta que começou a fazer pole dance porque teve uma trombose na perna com 21 anos e precisava fazer exercícios, mas não gostava muito de academia. Então, uma amiga falou que iria abrir um estúdio em Canoas e foi aí que ela decidiu tentar e gostou. Ana conta que o estúdio que ela ministra aula, teve que se adaptar de diversas formas para que pudessem se manter na pandemia e, conversando com outros estúdios do Brasil, criaram uma espécie de troca-troca onde ministravam aulas online e gratuitas, para que as pessoas pudessem continuar com a vontade de manter a prática. Ela conta também que o seu segundo estúdio abriu um mês antes da pandemia inciar, mas que felizmente não precisou fechar suas portas. No seu estúdio em Novo Hamburgo, Ana conta que estava com a agenda cheia de aulas, não havia mais horários e eram cerca de 40 alunes. Além disso, Ana nos conta um pouco sobre as vertentes do pole, o sport é mais voltado para a competição e tem muitas regras. Inclusive, ela estava treinando para competir nessa categoria. Conta, também sobre o Exotic, que é algo mais marcado e sensual. Ela afirma que em 2017 muitas das suas alunas eram mulheres que queriam dançar para o marido e com o tempo esse perfil foi mudando, hoje ela encontra alunas que tem curiosidade e que esperam adquirir força, alargamento e desenvoltura corporal.
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