Dança tirada do chapéu, vamos escutar! Para lusófonos de todos os lugares. Com Marília Carneiro ;-)
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- Entre vistas no século XXII
Realização: Mucíná - Aquela que Dança

by Marília Carneiro
Dança tirada do chapéu, vamos escutar! Para lusófonos de todos os lugares. Com Marília Carneiro ;-) - Conversas com dançarinxs experientes - Contact conversation - Entre vistas no século XXII Realização: Mucíná - Aquela que Dança
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1/13/2021
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January 13, 2021
Xapéu de kina traz Denise Namura novamente! Cultivando meu jardim coreográfico com a renomada coreógrafa Denise Namura, parceira de Michael Bugdahn na Cie À Fleur de Peau, publicizando este projeto que chamei de CANTEIRO DE OBRAS, onde vou abrir o convite a CULTIVAR O SEU JARDIM COREOGRÁFICO comigo. Neste epóisdio tratamos da obra de dança teatro ALLER-RETOUR SIMPLE, de Namura & Bugdahn Criação 1999/2000: « Duas paralelas se encontram no infinito – e elas acreditam nisso. » Stanislaw Jerzy Lec « Aller-retour simple » é uma peça para cinco intérpretes sobre o tema da viagem, a viagem em todas formas possíveis e no sentido mais amplo da palavra. Ficha técnica Concepção, coreografia & cenografia : Michael Bugdahn, Denise Namura Interpretação : Danila Massara (Dominique Laencina), Denise Namura, Michael Bugdahn, Alex Sander dos Santos, Jean-Damien Fleury Texto : Michael Bugdahn Figurino : Jean-Jacques Delmotte Luzes : Jean-Paul Pita Realização trilha sonora & soundtrack : Denis Mariotte, Michael Bugdahn Música original & narrador : Denis Mariotte Música adicional : Aksak, Gilles Apap, L’Attirail, Jacques Brel, Chef Menteurs, Evan Lurie, John Lurie, Wim Mertens, Gregor Strnisa (All Capone) SOBRE A CIE. « À FLEUR DE PEAU » DENISE NAMURA & MICHAEL BUGDAHN Denise Namura é brasileira, Michael Bugdahn é alemão; eles vivem em Paris onde fundaram a cie. « à fleur de peau » em 1989. A partir de sua formação inicial em diversas áreas cênicas, os dois coreógrafos desenvolveram uma linguagem que lhes é específica: uma dança que, de certo modo, continua intensamente ligada ao gesto carregado de sentido, ao significado, a um tipo de semiologia do movimento. O resultado deste trabalho original são peças coreográficas híbridas, com um grande enfoque na troca e na cumplicidade com o público, indo além de quaisquer etiquetas. Até hoje criaram mais de quarenta e cinco coreografias, para « à fleur de peau » e também para outras companhias, no Brasil (Balé da Cidade de São Paulo, Cia. Cisne Negro, Cia. de Danças de Diadema, Grupo de Dança 1° Ato, Cia. Repentistas do corpo) e na Europa (Bernballett, Suíça – Cia. Cirka Teater, Noruega – Cia. Border Crossings, Inglaterra/China – Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, Portugal – Passerelle VZW, Bélgica), constituindo um amplo repertório que continua circulando. Os dois coreógrafos consideram a pedagogia como um aspecto essencial de sua pesquisa. Eles se dedicam desde 1984 a diversas ações pedagógicas e de sensibilização em torno de seu trabalho de criação. Organizam regularmente workshops dirigidos a profissionais ou amadores, oficinas de sensibilização dirigidas a crianças de todas as idades. Trabalham igualmente com um setor mais específico, em hospitais psiquiátricos ou em estabelecimentos sociais. Fazem também um acompanhamento artístico para outras companhias, durante os processos de criação e de pesquisa. Data: 11 de outubro de 2020. Local: INSTAGRAM - Mucíná - Aquela que Dança @mucinadanza

January 13, 2021
Xapéu de kina traz Íris Fiorelli. Para entrar no século XXIII, que chegou sem bater na porta, Marília Carneiro realiza uma série de entrevistas na mídia live do Instagram - Mucíná - Aquela que Dança. O acontecimento se chama ENTRE-VISTAS, ENTRE e VEJA! A décima segunda entrevistada foi Iris Fiorelli: Dançarina e palhaça, formada em Hatha Yoga em Barcelona, 2002 e em Dança Inclusiva para crianças, Buenos Aires, 2009. Co-Organiza o Festival de Contato Improvisação (C.I.) -Transformando pela Prática em Florianópolis desde 2010. Estudou várias técnicas de dança como: Reeducação do Movimento, Clássica, Contemporânea, Brasileiras e Flamenca. Iniciou seus estudos de C.I. e palhaçaria em 1997 e desde 2005 foca-se na prática e difusão. Em constante aperfeiçoamento estudou e estuda C.I. com professores de diversas nacionalidades.Participou e performou em Festivais no Brasil, Argentina e Europa. Ensinou em Festivais Internacionais na Ilhabela, São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires. Como palhaça foi premiada pela FUNARTE, Secretaria de Cultura do Estado de Sergipe e Petrobrás. Ensina e organiza espaços para essa prática por onde passa e apresenta seus espetáculos como Palhaça. Além dos seus projetos, participa de projetos artísticos de outros realizadores nas áreas da dança, performance e teatro. Sites: www.retalhospopulares.org e www.transformandopelapratica.wordpress.com Data: 05 de agosto de 2020. Local: INSTAGRAM - Mucíná - Aquela que Dança @mucinadanza

January 13, 2021
Xapéu de kina traz Alexandre Mendes. Para entrar no século XXIII, que chegou sem bater na porta, Marília Carneiro realiza uma série de entrevistas na mídia live do Instagram - Mucíná - Aquela que Dança. O acontecimento se chama ENTRE-VISTAS, ENTRE e VEJA! O décimo segundo entrevistado foi Alexandre Mendes (RJ): Coreógrafo, bailarino, ator, preparador corporal e facilitador corporativo. Graduado em Dança pela UFRJ. Artista Independente e facilitador/educador por vocação, integrei e fundei a Cia Impele; faço parte do Canteiro (grupo de estudos de fenomenologia Goetheana); e sigo com o projeto autoral “O Contato e Seus Tons”, tendo como um de seus braços o “In Contact”, com aulas regulares de Contato Improvisação no Espaço Mova.⠀Atua artisticamente desde 2004. Os trabalhos mais significativos foram a Cia Étnica de Dança (Diretora Carmem Luz; 2007 - 2008) e Cia de teatro Inconsciente em Cena ( Dir. Antônio Quinet; 2010), Cia de Dança Contemporânea da UFRJ (André Meyer; 2010 - 2012), Grupo A Poética do Fluxo (Coord. Maria Alice Poppe; 2011 – 2013). Fui residente do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em 2014 e coloquei em prática e desenvolvimento o que hoje são métodos de ensino de dança e facilitação nos vários projetos que realizo. Sua pedagogia e didática se nutrem do universo da Educação somática (Feldenkrais, BMC, Eutonia), do Sistema Laban/Bartenieff e TFD (Teoria Fundamentos a Dança), técnicas do movimento como a técnica release, flow, rolamentos e dinâmica muscular.⠀Concebe projetos que vão da dança à facilitação de relacionamento no mundo organizacional, tendo como fio condutor corpo, movimento e a relação de suas interações no âmbito do pensamento sistêmico. A finalidade é integrar visões de mundo distintas para um alcance em comum: servir e desenvolver o ser humano em suas capacidades criativas, relacionais e altruístas.⠀ Data: 23 de julho de 2020. Local: INSTAGRAM - Mucíná - Aquela que Dança @mucinadanza
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